Privacidade
Pra você que sempre gostou de cantos
Agora é neles que eu sempre te esqueço
Pra você que sempre buscou recantos
Agora é neles que eu nunca te levo
Pra você que sempre treinou canto
Bem alto e fira do tom
Pra você que nunca trouxe encanto
Só desencanto, canto, cantos e recantos
(E eu quisera crer que aquilo fosse bom)
E só em pensar que eu te quis tanto
E só em saber que já não me cubro com esse manto
Treino um novo cântico e me espanto
É que pensei que tu pudesses me fazer santo
Mas eu bem soube anjo-cair te esquecendo no aconchego e no acalanto
E, talvez tolice, querendo me entender e à vida com meu pranto
E querido - não bem-quisto - entendido desentendido com o viver
Mas nem tanto...
Só não quero mais conviver com você
Mas no entanto
quero simplesmente, e me basta, conviver.
a poesia lírica é sua casa. mas o senhor é rueiro, pode ir aonde quiser... e tem o privilégio de escolher a forma mais adequada a seus desígnios. que certamente são humanos. já vi o senhor se aventurar na rima (rica), no verso branco. e faz todos com maestria. não só co sentimento, como a maestria da poesia presume, mas com ritmo, dança, música, canto. e muito, muito desencanto. e tudo que eu posso dizer é que eu me encanto. e canto. canto sua arte. canto sua pessoa. canto a poesia \*^*/
ResponderExcluirEntão te conto: no canto nós encontramos contidos.
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