Essa é de uma Poetisa maravilhosa chamada Fátima. O sobrenome dela se perdeu nos vapores dos vinhos que tomávamos nas noites frias de Juiz de Fora.
Embora o sequelado aqui não se lembre de seu sobrenome, lembra-se do quanto você era carinhosa, companheira, boêmia e idealista. O tempo passou e eu não sei mais de Fátima, mas carrego seus estilhaços, principalmente na forma como escrevo poesia.
Navegar
Num mar
Haviam muitas interrogações
Com o tempo, porém,
A vida rogou ações
Havia...
Agia...
Viagem...
Naufragar,
Nadar,
Quase morrer
E renascer...
Seres Serenos Seremos
Não somos. Engano...
À noite, ciganos...
Retornar
Içar âncoras
Ânsia
E a eterna anciã
Solidão!!!
Pausa pro coração.
Música reticente...
Olho bate e sente
Sentimos... Sentamos...
Cigarro,
Sono tadio,
Bar cheio...
Esperança veio
êxtase
Emoção
Paixão!!!
Casar? Casamos...
Engano: O amor saiu de férias.
Tempo indefinido.
Mas quer deixar recado?
Recaio.
Declaro.
Pausa pra alma.
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